Alteração do Regulamento do TIRO AO PRATO

Teixeira de Freitas - Bahia | 3 de fevereiro de 2017 - 11:15

O CTTF desde 2015 vem ajustando suas práticas procurando aproximá-las as adotadas nas competições oficiais nacionais, visando diminuir com o passar do tempo, a diferença entre o que nosso atleta vivencia nas provas do Clube X Campeonatos Estaduais ou Nacionais.

Neste sentido, em 2017, o CTTF adotará os tópicos abaixo, extraídos dos Regulamentos de Tiro Ao Prato da LIGA NACIONAL e da CBTE.


Texto extraído dos regulamentos:

2.10.1) Desempate: Em caso de empate em cada categoria/classe, ao final da última  série, serão adotados os seguintes critérios para desempate:

a) Maior resultado obtido na última série, penúltima série e assim por diante;
CTTF: Desempate comparando o Total obtido no posto 5, depois o total no posto 4, total no posto 3, total no posto 2 e total no posto 1.

b) Persistindo o empate perderá o atirador que errar o primeiro prato e sucessivamente na contagem para trás “count-back”, do último ao primeiro prato… Desta forma, o critério “count-back” será viável e seguro para desempate individual e nos resultados da Liga Nacional de Clubes.
CTTF: Desempate observando o acerto, contando de trás p/ frente da ÚLTIMA série de 25 tiros, começando pelo 25º tiro, depois do 24º tiro, 23º tiro, … , 2º tiro, 1º tiro.

c) Persistindo o empate, será usado o mesmo critério do item anterior para a penúltima série, antepenúltima série e assim por diante;
CTTF: Desempate pelo acerto de trás p/ frente da PRIMEIRA série de 25 tiros, começando pelo 25º tiro, depois do 24º tiro, 23º tiro, … , 2º tiro, 1º tiro.


2.10.2) Aspectos de Segurança e Penalidades

a) É de responsabilidade de cada atirador e do clube organizador da etapa, o respeito às normas de segurança no manuseio de armas de fogo e munições, zelando preventivamente contra disparos acidentais, trafegando pelas instalações dos clubes sempre com as armas abertas e desmuniciadas.
CTTF: A critério do Juiz de pista, o atirador poderá ser Desclassificado na hipótese da ocorrência de disparos acidentais, especialmente os a menos de 3 metros da pedana ou em alguma direção que coloque qualquer presente em risco.

b) É igualmente proibido colocar o segundo cartucho carregado no segundo cano (caso esteja utilizando espingarda com cano duplo e não estiver atirando pares de doubles).
É proibido virar o cano da espingarda em direção aos demais atletas da esquadra após disparar contra o prato, bem como na hora de fechar a espingarda antes de “chamar” o prato.

c) O competidor pode segurar sua arma em qualquer posição, quando for a sua vez de atirar.
Entretanto, é proibido levantar, fechar e/ou apontar a arma antes do atirador que o antecede efetuar o disparo. Isso poderá distrair o atirador que está para efetuar o disparo. No caso de espingardas semi-automáticas, recomenda-se municiar a arma somente após o disparo do atirador antecessor e desde que a mesma esteja apontando p/ a frente. NÃO PODE MUNICIAR A ESPINGARDA CASO ESTA ESTEJA APONDANDO P/ O CHÃO O P/ O PÉ. Poderão ser respeitados os costumes regionais no tocante a levantar e fechar as armas antes de chegar a sua vez de atirar, nas etapas expressas disputadas em cada clube e estado.

d) Todas as Traphouses deverão possuir uma bandeira vermelha, para alertar sobre problemas técnicos, falta de pratos ou a necessidade de algum funcionário sair do interior da Traphouse.
CTTF: Assim que aparecer a Bandeira Vermelha na casa da máquina (trap house) não poderá ser disparado nenhum tiro, independente do estágio em que o atirador esteja, devendo a arma ser imediatamente desmuniciada.
A competição retormará tão logo a bandeira seja retirada e o Juiz de Pista autorize o reinício.

g) Todos os competidores da esquadra, inclusive os árbitros e funcionários que ficam no interior da Traphouse deverão obrigatoriamente utilizar protetor auricular e óculos de segurança.

i) O atirador tem o direito de ter duas falhas mecânicas em uma série de tiro, devendo essa ser verificada pelo juiz. Caso a arma quebre ou tenha sua utilização inviabilizada por qualquer outro motivo, o atirador tem até cinco minutos para consertá-la ou substituí-la. Caso não seja possível o reparo ou substituição da arma no tempo concedido, o competidor poderá retirar-se daquela esquadra, voltando nas séries seguintes (caso hajam) ou completando aquela série ao final da prova, caso não tenha abandonado a prova. Somente será imputado “ZERO” na súmula, caso o competidor avise da desistência da prova.


2.10.6)   Julgamento dos Pratos, Falhas de Armas, Munições e Máquinas: O julgamento será feito da seguinte forma:

2.10.6.1) Prato Bom: Um prato é determinado BOM, quando ele é quebrado no ar, e dele se desprende, pelo menos, um pedaço visível ou quando é reduzido a pó.

2.10.6.2) Prato Perdido: Um prato é determinado ZERO, quando o prato for errado completamente ou quando apenas poeira sair dele;

2.10.6.3) Prato quebrado no lançamento: O prato que é quebrado no momento do lançamento pela máquina,  tem que ser repetido, independentemente se foi  disparado contra ele.  Para isso é fundamental que o árbitro esteja em pé durante todo o certame. Alternativamente poderá ser aceito cadeira elevada para melhor visualização do árbitro.

2.10.6.4) Prato Desbalanceado (Perdigão): Caso seja lançado pela máquina um prato desbalanceado, este PODE ser recusado pelo atirador. Todavia, se atirado, o resultado será anotado, mesmo que seja ZERO.

2.10.6.5) Prato Atrasado: Caso seja lançado um prato fora do tempo de comando do atirador (no caso de comando manual, via botão com árbitro principal), este pode ser recusado pelo atirador. Todavia, se atirado, o resultado será anotado, mesmo que seja ZERO.

2.10.6.8) Recusa de Pratos: Em cada certame de 25 pratos, o atirador terá o direito de recusar 01 (um) prato, sem que necessite justificá-lo.  Havendo qualquer recusa, o árbitro deverá aproximar-se do atirador verificando o motivo da recusa e, observando que a recusa deu-se por qualquer outro motivo, que não seja: prato desbalanceado, atrasado, cor diferente ou fora dos limites de vôo. Anotar na súmula. R1. A partir da segunda recusa injustificada será anotado ZERO (LOST) na planilha.

2.10.6.9) Arma sem Munição: Quando o árbitro verificar que o atirador comandou o prato sem municiar a arma, deverá sentenciar: “Arma sem munição… novo prato!”.

2.10.6.10) Municiar Cano Errado: Quando o árbitro verificar que o atirador comandou o prato tendo municiado o cano errado,  no caso de utilização de armas com cano sobreposto,  deverá sentenciar: “Municiado cano errado… novo prato!”.

2.10.6.11)  Arma Travada: Quando o árbitro verificar que o atirador comandou o prato com a arma travada, deverá destravá-la e sentenciar: “Arma travada… novo prato!”.

2.10.6.12) Falhas de Espoletas ou Cartucho Fraco: Quando o árbitro verificar que o atirador comandou o prato e, mesmo tempo puxado ou soltado (release) o gatilho, não houve o disparo em função de falha de espoleta, deverá sentenciar: “Falha de espoleta… novo prato!”.
Se o problema evidenciado for cartucho fraco (onde permaneça a bucha no cano), deverá sentenciar: “Cartucho fraco, bucha no cano… novo prato!”.
Nestas hipóteses, o atirador repetirá quantos pratos forem necessários no certame, pois o mesmo não pode ser penalizado por falhas de munição.


 

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